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A programação do pavilhão dedicado a Portugal arrancou hoje no Brasil num debate aclamado entre os autores Valter Hugo Mãe, Daniel Munduruku e Lilian Schwarcz.

O filme “O trio em mi bemol”, da realizadora portuguesa Rita Azevedo Gomes, foi premiado no Festival Internacional Olhar de Cinema, em Curitiba.

A Universidade Federal do Paraná, no sul do Brasil, inaugura, na próxima sexta-feira, a Cátedra Saramago.

No Dia Mundial da Poesia, que hoje se assinala, a Assírio & Alvim lança-se no mercado brasileiro, marcando o arranque de uma série de iniciativas que visam comemorar os seus 50 anos de atividade editorial.

A Universidade de Coimbra (UC) inaugura na segunda-feira, na cidade brasileira do Recife, uma exposição que reúne os registos documentais e bibliográficos da sua relação centenária com o Brasil, que vai estar em exibição até 31 de maio.

O projeto artístico “Vampires in Space”, de Pedro Neves Marques, que vai representar Portugal este ano na Bienal de Arte de Veneza, Itália, estará depois em exposição em Portugal, Alemanha e Brasil, anunciou a ministra da Cultura.

Um concurso de histórias de banda desenhada, que vai selecionar 15 trabalhos inéditos, dentro do projeto “Bienal Publica! Saramago”, abriu inscrições no Brasil, numa homenagem ao Nobel português da literatura, no ano do centenário do nascimento do escritor.

O músico português António Zambujo estará em digressão pelo Brasil entre 10 e 19 de fevereiro, com o seu novo álbum “António Zambujo Voz e Violão”, com concertos agendados em quatro cidades brasileiras.

O rei João VI foi “astucioso” quando empreendeu a ida da corte portuguesa para o Brasil, evitando a prisão da família real, face à iminente invasão napoleónica em 1807, escreve Armando Seixas Ferreira num novo livro.

Um documentário em curta-metragem realizado pelo estudante angolano Blandine Klander venceu dois prémios na 4.ª edição do Festival de Cinema de Rua de Remígio, realizado na Paraíba, estado localizado na região nordeste do Brasil.

A Cinemateca Portuguesa inicia em setembro um ciclo regular de cinema brasileiro, que só terminará quando os trabalhadores da Cinemateca Brasileira “puderem de novo regressar ao lugar e à missão que lhes compete”.

Uma exposição que reúne publicações coletivas disseminadas em redes informais, com produção de poetas e artistas, de Portugal e do Brasil, num contexto de colaboração e resistência, vai estar patente até setembro na Galeria Avenida da Índia, em Lisboa.