MÚSICA

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O mercado global discográfico registou em 2020 um aumento de 7,4% nas receitas de venda de música, totalizando 18,1 mil milhões de euros, por conta dos serviços de subscrição das plataformas de streaming.

“Quase dança”, de Cláudia Pascoal, foi escolhida como a melhor canção portuguesa de 2020 no certame aRi[t]mar, da Galiza.

O pianista Mário Laginha, o acordeonista João Barradas e o baterista Diogo Alexandre foram eleitos figuras da música jazz em 2020 pela crítica nacional, segundo votação divulgada pelo site JazzLogical.

O músico britânico Jacob Collier regressa a Portugal em 2022 para dois concertos, em Lisboa e no Porto, no âmbito da digressão mundial “Djesse”, anunciou hoje a promotora Everything is New.

A Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direção da concertino Ana Pereira, apresenta na próxima sexta-feira, às 21:00, “um programa dedicado à natureza através das visões musicais de Antonio Vivaldi e de Astor Piazzolla”, anunciou hoje o Teatro Nacional de S. Carlos (TNSC).

Os britânicos Metronomy adiaram para o próximo ano a digressão “Forever”, a que dão início com um concerto no Hard Club, no Porto, a 1 de março, seguindo-se a atuação no Coliseu de Lisboa, no dia seguinte.

O músico cabo-verdiano Mário Lúcio é o homenageado da edição deste ano do Festival Internacional das Artes da Língua Portuguesa (Festlip), que decorrerá entre os dias 26 e 30 de março, totalmente online.

O novo álbum do músico português Salvador Sobral, intitulado “Bpm”, sairá a 28 de maio e será apresentado ao vivo a partir de junho, em Portugal e em Espanha.

O Septeto Interregional, um coletivo nascido de seis músicos de bandas diferentes e um ‘designer’, lança a 26 de março o disco de estreia, criado em período pandémico e com a Internet como “sala de ensaios”.

A Casa da Cerca, em Almada, acolhe, a partir de maio, um novo ciclo de concertos de artistas como Luna Pena, Amaura e Fred.

O fadista Duarte edita na sexta-feira o seu novo álbum, “No Lugar Dela”, que define como “um disco de combate”, no qual recria “Algemas”, do repertório de Amália Rodrigues, e evoca a “misteriosa poetisa portuense” Leonor de Almeida.

Ao fim de um ano praticamente sem trabalharem e com a perspetiva de que 2021 será semelhante, muitos ‘invisíveis’ do espetáculo apoiam-se na família, nos amigos ou tentam arranjar outros meios de subsistência, mas só temporariamente.


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