Faixa Atual

Título

Artista

Background

Numa alegoria cultural, Tiago Silva propõe-nos a chamada urgente das «caça-fascistas», um convite à reflexão de Portugal nos 50 anos do 25 de Abril.

“Eu vi o futuro da música portuguesa e esse futuro chama-se: «A Garota Não» ou mais concretamente Cátia Oliveira.

Cada viagem ao japão deve ser alimentada, pelo menos para mim, a orçamentos disciplinados, só me permitindo a duas ou três extravagâncias.

Jeff Beck tocou praticamente todos os géneros musicais. A todos, sem excepção, emprestou o som da sua mão direita – a mais bela melodia do mundo.

Parece que por estes dias e em plena ressaca do mundial é uma heresia ser devoto do futebol do astro argentino Lionel Messi.

Quando se escutam os relatos de alguns músicos sobre o primeiro contacto que tiveram com uma canção de Bob Marley é impossível não nos lembrarmos da própria canção de Robert Nesta Marley: “One good thing about music, when it hits you (you feel no pain)”.

Se o leitor procurar pela canção «Strange Fruit» numa qualquer plataforma streaming irá encontrar à cabeceira a versão inesquecível de Billie Holiday (considerada por muitos como a cantora mais influente de todos os tempos), logo de seguida perder-se-á com a incontornável versão de Nina Simone (a cantora que mais ouvi na vida), mas é provável que se emocione, às lágrimas, quando ouvir a versão que Jeff Buckley fez ao vivo no ano de 1993 em Nova Iorque no seu “Sin-é”.

Imaginem uma banda de Hard-Rock, em que cada um dos elementos da mesma é provavelmente um dos melhores no seu “oficio”?

Há dias “cruzei-me”, por um acaso feliz, com o documentário de Daniel Roher «Once Were Brothers», que nos conta a perspectiva ou olhar do músico Robbie Robertson sobre a história da sua The Band.

“Get Back” (2021): Peter Jackson “sentou-se” em estúdio com os Beatles, nesta inacreditável viagem musical e voltou para nos apresentar o universo privado da Banda.

Já dizia a personagem de Philip Seymour Hoffman no filme «Almost Famous» que: “a verdadeira música é que nos escolhe e não o contrário!”. É possível que com a verdadeira literatura isso também aconteça.

É bem provável que os Stones e os Beatles sejam as duas bandas que mais ouvi até hoje. Em plena adolescência, para além das inúmeras horas dedicadas na descoberta de álbuns, fui ouvindo inúmeras vezes a afirmação de que os Stones tinham sido muito mais revolucionários do que os Beatles.