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    TunetRádio Cultura Primeiro

CINEMA & TV

“Barrio Triste” e “Cochena” vencem IndieLisboa 2026

today11/05/2026 2

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O filme “Barrio Triste”, do realizador Stillz, e “Cochena”, de Diogo Allen, são os grandes vencedores da 23.ª edição do IndieLisboa, que encerrou com a terceira melhor marca de público de sempre, 36 mil espectadores.

“Barrio Triste”, uma coprodução entre a Colômbia e os Estados Unidos, conquistou o Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa, no valor de 15 mil euros. O júri destacou a “visão visceral e implacável” da obra sobre uma comunidade específica. Na mesma categoria, o filme “Bouchra”, de Meriem Bennani e Orian Barki, recebeu uma menção especial.

No cinema português, o júri da Competição Nacional atribuiu o Prémio Melhor Longa Metragem (5 mil euros, na fotografia de capa) a “Cochena”, de Diogo Allen, descrevendo-o como uma “celebração sentida” dos laços familiares. João Nicolau foi distinguido como melhor realizador por “A Providência e a Guitarra” (que estreia esta semana nas salas de cinema portuguesas), enquanto “A Solidão dos Lagartos”, de Inês Nunes, venceu o prémio de melhor curta-metragem nacional.

Ainda no plano nacional, a curta “Abril de Helena”, de Maria Moreira e Victor Hugooli, venceu a secção Novíssimos, dedicada a talentos emergentes.

Nas secções paralelas, a realizadora alemã Angela Schanelec venceu o Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem com “My Wife Cries”, e o documentário “Para Vivir: El implacable tiempo de Pablo Milanés”, de Fabien Pisani, arrecadou o Prémio IndieMusic.

O balanço final da edição de 2026 contabiliza mais de 36 mil espectadores e 40 sessões esgotadas. Nas escolhas do público, o destaque foi para “Mulheres de Abril”, de Raquel Freire, que acumulou também o Prémio Amnistia Internacional.

Nas escolhas do público, além da obra de Raquel Freire (secção Rizoma), foram premiadas a curta-metragem “Intersecting Memory”, da realizadora Shayma’ Awawdeh, e o filme “Dueto”, de Léo Brunel, na categoria IndieJúnior.

O festival, que regressa em 2027 entre 29 de abril e 9 de maio, inicia hoje o ciclo de sessões dos premiados no Cinema Ideal, em Lisboa. Até quarta-feira, será possível ver as obras distinguidas pelos júris e espectadores.

Do programa de reposição constam “Barrio Triste”, de Stillz (Melhor Longa-Metragem Internacional), e “Cochena”, de Diogo Allen (Melhor Longa-Metragem Nacional), que serão exibidos hoje e terça-feira, respetivamente, às 21:30.

Nas curtas-metragens nacionais, o destaque vai para as exibições de “Coroa de Espinhos”, de Francisco Moura Relvas, “A Solidão dos Lagartos”, de Inês Nunes, e “XYZ”, de Alexandre Alagôa, todas premiadas na Competição Nacional.

O alinhamento das sessões especiais inclui ainda o vencedor do prémio IndieMusic, o documentário “Para Vivir: El implacable tiempo de Pablo Milanés”, de Fabien Pisani, com exibição marcada para quarta-feira.

PALMARÉS DO 23.º INDIELISBOA

Competição Internacional

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa
“Barrio Triste”, de Stillz

Menção Especial
“Bouchra”, de Meriem Bennani e Orian Barki

Grande Prémio de Curta Metragem EMEL
“How to Catch a Butterfly”, de Kiriko Mechanicus

Prémios Especiais do Júri
“Henry is a Girl Who Likes to Sleep” (Marthe Peters) e “The Apple Doesn’t Fall” (Dean Wei)

Competição Nacional

Melhor Longa Metragem (Prémio Canais TVCine)
“Cochena”, de Diogo Allen

Melhor Realização em Longa Metragem
João Nicolau, por “A Providência e a Guitarra”

Melhor Curta Metragem
“A Solidão dos Lagartos”, de Inês Nunes

Prémio Novo Talento McFly
“Coroa de Espinhos”, de Francisco Moura Relvas

Menção Especial
“XYZ”, de Alexandre Alagôa

Novíssimos (Novas Vozes Nacionais)

Prémio Novíssimos
“Abril de Helena”, de Maria Moreira e Victor Hugooli

Secção Silvestre

Melhor Longa Metragem Silvestre
“My Wife Cries”, de Angela Schanelec

Melhor Curta Metragem Silvestre
“Lover, Lovers, Loving, Love”, de Jodie Mack

IndieMusic

Prémio IndieMusic
“Para Vivir: El implacable tempo de Pablo Milanés”, de Fabien Pisani

Prémios do Público

Longa Metragem
“Mulheres de Abril”, de Raquel Freire

Curta Metragem
“Intersecting Memory”, de Shayma’ Awawdeh

IndieJúnior
“Dueto”, de Léo Brunel

Prémios Não Oficiais

Prémio Amnistia Internacional
“Mulheres de Abril”, de Raquel Freire

Prémio Árvore da Vida
“P’ra Que Vivam”, de Carlos Lima

Prémio MUTIM
“Abril de Helena”, de Maria Moreira e Victor Hugooli

Prémio Universidades
“Cochena”, de Diogo Allen

Prémio Escolas
“Éramos Só Putos”, de João Nunes Monteiro

Escrito por TunetRádio

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