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    TunetRádio Cultura Primeiro

Entrevistas

A pop sem complexos de Catarina Almada com produção de José Cid

today19/11/2025 4

Fundo
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A cantautora independente Catarina Almada apresentou recentemente o primeiro álbum de originais, “Era uma vez… e voou!”, uma obra que “celebra a estética retro pop com cores, humor e identidade portuguesa”. Produzido por José Cid e apoiado pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores, o disco “nasce da cumplicidade artística entre duas gerações e estilos distintos”. Daniela Azevedo, da TunetRádio, quis saber mais pormenores e conversou com Catarina Almada.

O primeiro single, “Looping”, é uma canção “leve e contagiante que mistura fantasia e paixão, inspirada no estilo livre das Doce. Conta a história de uma mulher apaixonada por um piloto de avião, sonhando viver um amor entre as nuvens”.

Em 2024, antes mesmo do lançamento oficial, a música “conquistou o público em festas e palcos de verão por todo o país — de Esposende à Casa da Música, passando por Matosinhos, Festas de Sant’Ana e o Porto & Douro Festival”, lê-se na nota de imprensa que acompanha o lançamento do disco.

O público nem conhecia a música e já cantava o refrão, a dançar e a bater palmas – Catarina Almada

Com uma voz “poderosa” e presença “cativante”, Catarina Almada “convida o público a embarcar numa viagem musical que promete emocionar, inspirar e marcar o início de uma nova etapa da sua carreira”.

Catarina Almada foi finalista do Ídolos, formou-se em Canto Jazz no Hot Clube de Portugal como também conheceu e se entregou ao fado. Atuou em palcos como o Campo Pequeno, Palácio da Bolsa, Panteão Nacional e representou Portugal na China e na Cimeira de Arraiolos (2023), perante líderes europeus e o Presidente da República.

Vive a música como um “desafio permanente e uma entrega de corpo e alma. Não se limita a uma estética única: cada projeto é construído como uma obra inteira, com a sua linguagem própria, tal como um ator se entrega a cada papel”. Para Catarina, “o pior que se pode fazer a um artista é colocá-lo numa caixa”. “Quem a acompanha sabe que a sua força está na mudança e na evolução — porque um verdadeiro artista não gosta de pintar sempre o mesmo quadro”.

Escrito por Daniela Azevedo

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