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Plutónio, Dillaz, Nininho Vaz Maia, Richie Campbell, Lon3r Johny, Da Weasel, Bispo e Wet Bed Gang são os nomes principais da 10.ª edição d’O Sol da Caparica. O festival regressa ao Parque Urbano da Costa de Caparica entre os dias 14 e 17 de agosto.
A organização refere que o recinto de 30 mil m² está preparado para acolher 30 mil festivaleiros por dia. “Esta 10.ª edição oferece o melhor cartaz de sempre d’O Sol da Caparica, mostrando que o festival valoriza e representa a música portuguesa e lusófona”, confirma André Sardet, promotor do festival.
No ano passado, quando desenharam o cartaz, ficaram “orgulhosos” mas chegaram “um bocadinho tarde”. Este ano queriam preparar “algo muito especial para a décima edição d’O Sol da Caparica”. Os promotores André Sardet e António Gomes afirmam estar “muito orgulhosos do cartaz” que fizeram e também “daquilo que está a ser preparado pelos artistas, não só pelos Da Weasel que vieram à conferência de imprensa, mas por todos os outros” que lhes “mandam um rider técnico completamente diferente daquilo que estão a fazer habitualmente na estrada, com imensos convidados. O público vai ter certamente muitas surpresas agradáveis, porque os artistas de facto querem apresentar-se no festival de uma forma diferente”.
O promotor salienta o facto do festival ter um pôr-do-sol “fantástico que acontece precisamente atrás do palco. E é por isso que este palco é transparente – no sentido de se poder ver o pôr-do-sol lá atrás. E essas cores depois fazem um fim de tarde incrível e os artistas desde as seis da tarde, acompanham esse pôr-do-sol até entrarem na noite. E acho que é isso tudo que faz com que o Sol da Caparica seja, de facto, um evento especial”.
A dupla de promotores garante “dar a conhecer ou tornar ainda maiores as artistas que abrem o palco principal”. Para Sardet, Neyna, Bia Caboz, Soraia Ramos e Pikika são artistas que aprecia “muito, algumas delas a começar uma carreira”, que acredita que será “fantástica, fulgurante, com muito talento” e por esse motivo é que as trouxeram para a abertura do palco Sagres todos os dias d’O Sol da Caparica. Também elas estão “muito empenhadas e vão trazer espetáculos diferentes. A vida artística, a carreira artística delas, o nome delas vai tornar-se muito maior depois da atuação no festival”.
Paralemente a uma carreira musical iniciada em 1996, Sardet produz espetáculos desde 1998, “portanto estas duas vidas têm corrido paralelas. Já são muitos anos”. O músico e promotor diz ter encontrado “um equilíbrio” no qual “trabalha mais nas produções no verão e toca mais no inverno”.
“É algo que me equilibra e demorei algum tempo a encontrar este caminho. Mas estou muito feliz por isso, porque acabo por ter noites em teatros, no conforto dos auditórios, com uma proximidade com o público muito diferente”, salienta.
Escrito por Filipe Pedro
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