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Porto Pianofest regressa com trio brasileiro Clarice Assad

Escrito por em 26/07/2022

Clarice Assad Trio, José Ramon Mendez e Josu de Solaun são os primeiros nomes de músicos e agrupamentos anunciados do cartaz do Porto Pianofest, que regressa em agosto, com estreias internacionais, ‘workshops’ e ‘masterclasses’ por toda a cidade.

Depois de dois anos em formato condicionado pelo contexto pandémico, a sétima edição do festival internacional, dirigido pelo pianista português residente em Nova Iorque Nuno Marques, vai decorrer entre 01 e 09 de agosto, no Porto e em Famalicão.

A abertura do programa ficará a cargo do grupo brasileiro Clarice Assad Trio, que se situa entre as “grandes figuras” da fusão MPB/clássica brasileira, que se estreia em Portugal, no dia 01 de agosto, na Casa da Música.

O pianista espanhol Josu de Solaun, premiado em 2021 com um International Classical Music Awards (ICMA), atua também pela primeira vez em Portugal. Soma-se José Ramón Méndez, que regressa para mais uma edição do festival, para o seu sétimo recital em sete anos.

Em comunicado, a organização salienta que o evento assume “a missão de fortalecer o Porto enquanto ‘hub cultural’, e de aproximar artistas de todo o mundo, já consolidados ou em início da carreira, em vários locais históricos espalhados por toda a Invicta”.

Ocupando as principais salas culturais da cidade, como a Casa da Música, a Reitoria da Universidade do Porto e o Palácio da Bolsa, o Festival promete uma programação reforçada de concertos, apresentações gratuitas, e, ainda, uma componente pedagógica, materializada numa semana de ‘masterclasses’, conferências e residências artísticas.

No último dia, o festival viaja até Vila Nova de Famalicão, com concertos e apresentações exclusivas. O diretor artístico do festival, Nuno Marques, explica que “este ano, foram criadas as condições para se regressar a um formato presencial, que se complementará com a transmissão ‘online’ para todo o mundo”.

“De edição para edição, procuramos tornar o evento mais rico e crescer sempre mais, por isso, vamos continuar a tentar alargar horizontes e a chegar não só a novas cidades portugueses, como também a capitais europeias, como Madrid. Preparamo-nos para ser ainda mais arrojados na escolha destes locais e na aposta numa maior diversidade de nacionalidades e de perfis de músicos”, acrescenta.

Sobre as residências artísticas, Nuno Marques refere que foram pensadas para “reunir músicos de topo de todo o mundo, com vista a que possam preparar-se, estudar e apresentar o seu trabalho ao público”.

“Estas residências, que têm registado um elevado nível de procura em edições anteriores, garantirão aos artistas um recital a solo num auditório do Porto, uma sala de estudo com piano disponível no Conservatório do Porto, sessões com os professores convidados, ou ainda a gravação profissional audiovisual do concerto a solo”, sublinha o diretor artístico.

O Porto Pianofest foi fundado em 2016 por Nuno Marques, pianista, compositor e diretor artístico, e pela também pianista-compositora americana Mariel Mayz. Surgindo como uma produção conjunta com a Câmara Municipal do Porto, o festival junta algumas das instituições mais reconhecidas da cidade como parceiros: o Conservatório de Música do Porto, a Casa da Música, a Universidade do Porto, o Palácio da Bolsa, a Associação Comercial do Porto, o Turismo de Portugal e o World of Wine (este, em Vila Nova de Gaia), entre outros.

Nas edições anteriores, o festival reuniu artistas como Artur Pizarro, Stars of American Ballet, Alexander Kobrin, Judith Jauregui, Olga Prats, Orquestra Jazz de Matosinhos, António Victorino d’Almeida, Alenjadro Oliva, Jean Saulnier, José Ramón Méndez e Selim Mazari.

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