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Poetas portugueses participam na Noite de Poesia em Madrid

Escrito por em 24/05/2022

Os poetas Ana Luísa Amaral e Luís Quintais participam, na próxima quinta-feira, na 33.ª Noite de Poesia na voz dos seus autores, no Palácio Real de Madrid, anunciou o Património Nacional de Espanha.

Além dos autores de língua portuguesa, nesta noite de poesia, às 19:30 locais (18:30 de Lisboa), participam os espanhóis Amalia Iglesias Serna e Antonio Gamoneda. A noite é organizada no âmbito do Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, que distinguiu, no ano passado, Ana Luísa Amaral.

A poeta, natural de Lisboa, e professora de Literatura e Cultura Inglesa e Americana na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, publicou este mês a sua poesia completa, “O Olhar Diagonal das Coisas”.

Ana Luísa Amaral estreou-se em 1990 com o livro de poesia, “Minha Senhora de Quê”, e tem sido distinguida com vários prémios, entre eles o Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d’Escritas (2007).

Ana Luísa Amaral é autora de mais de três dezenas de livros, entre poesia, teatro, ficção, narrativa infantil e ensaio. A sua obra está traduzida e publicada em diversos países. Luís Quintais nasceu em Luena, em Angola, e leciona no Departamento de Antropologia da Universidade de Coimbra.

Quintais tem publicado vários ensaios na área de Antropologia. Como poeta, publicou “A Imprecisa Melancolia” (1995), a que se seguiu “Lamento” (1999), entre muitos outros, e “Duelo” (2004), título pelo qual recebeu o Prémio Pen Clube de Poesia e o Prémio Luís Miguel Nava–Poesia, em 2005.

“Arrancar Penas a Um Canto de Cisne” reuniu a sua poesia completa, com o qual foi distinguido com o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes (2016). Antonio Gamoneda, de 90 anos, venceu, em 2006, o Prémio Cervantes. O poeta tem alguns títulos traduzidos em português, como “Livro do Frio” (1999) e “Ardem as Pedras” (2004), estando representado na antologia bilingue “Tengo Algo de Arbol/Tenho Qualquer Coisa de Árvore” (2007).

A espanhola Amalia Iglesias Serna começou a publicar na década de 1980 e recebeu o Prémio Adonáis de Poesia, em 1984, pelo seu livro de estreia, “Un lugar para el fuego”. A autora recebeu, entre outros prémios, a Medalla de Ouro Don Luis de Góngora, pela Real Academia de Poesia de Córdova, em 2004, e o Prémio Cidade de Madrid Francisco de Quevedo, em 2006, pelo livro “Lázaro se sacude las ortigas”.


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