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“Mato Seco em Chamas” e “Medusa” vencem IndieLisboa

Escrito por em 08/05/2022

O filme “Mato Seco em Chamas”, dos realizadores Adirley Queirós e Joana Pimenta, sobre as diferenças sociais na sociedade brasileira, conquistou hoje o Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa do festival de cinema IndieLisboa, anunciou a organização.

O mesmo filme recebeu também o Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa, segundo o palmarés desta 19.ª edição, que esteve a decorrer desde 28 de abril no cinema São Jorge, na Culturgest, na Cinemateca Portuguesa e no Cinema Ideal.

O júri da Competição Internacional premiou ainda “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, com o Prémio Especial do Júri Canais TVCine, enquanto o Prémio Melhor Realização para Longa Metragem Portuguesa NOVA Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) foi para “O Trio em Mi Bemol”, de Rita Azevedo Gomes.

Nas curtas, o Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta-Metragem Portuguesa foi atribuído a “Domy + Ailucha, Cenas Kets!”, de Ico Costa, enquanto o Grande Prémio de Curta-Metragem EMEL foi entregue a dois filmes: “Mistida”, de Falcão Nhaga, e “The Parent’s Room”, de Diego Marcon.

“Um Caroço de Abacate”, de Ary Zara, ficou com o Prémio Novo Talento The Yellow Color, e na música o vencedor do IndieMusic foi “Love, Deutschmarks and Death”, de Cem Kaya, enquanto o Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem foi atribuído em ex-aequo a “Cette Maison”, de Miryam Charles, e “Nous, Étudiants!”, de Rafiki Fariala.

Na secção dedicada aos realizadores mais jovens, “Tindergraf”, de Júlia Barata, venceu o Prémio Novíssimos Betclic. O Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa entregou ainda uma Menção Especial a “El Gran Movimiento”, de Kiro Russo.

Quanto ao Prémio Melhor Curta de Documentário foi para “Urban Solutions”, de Arne Hector, Luciana Mazeto, Minze Tummescheit, e Vinícius Lopes, e o Prémio Melhor Curta de Ficção coube ao filme “Escasso”, de Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia.

Houve ainda uma menção especial do Prémio Melhor Realização para Longa Metragem Portuguesa NOVA FCSH para “Périphérique Nord”, de Paulo Carneiro, e também no Prémio Novíssimos Betclic houve uma Menção Especial para “Mapa”, de Lourenço Crespo.

Relativamente ao Prémio Silvestre para Melhor Curta-Metragem foi atribuído a “Constant”, de Sasha Litvintseva e Beny Wagner, entregando também uma Menção Especial a “Churchill, Polar Bear Town”, de Annabelle Amoros.

O Prémio Amnistia Internacional foi para “Urban Solutions”, de Arne Hector, Luciana Mazeto, Minze Tummescheit e Vinícius Lopes, e o Prémio Árvore da Vida foi arrecadado por “A Viagem ao Sol”, de Ansgar Schaefer e Susana de Sousa Dias, dando ainda origem a uma menção especial para “Águas do Pastaza”, de Inês T. Alves.

Já o Prémio do Público – Longa Metragem foi para “Cesária Évora”, de Ana Sofia Fonseca, e o Prémio do Público – Curta Metragem foi para “Um Caroço de Abacate”, de Ary Zara, enquanto o Prémio do Público – IndieJúnior foi para “Luce e o Rochedo”, de Britt Raes.

Este ano, o IndieLisboa contou com cerca de 250 filmes e a mais extensa competição nacional de sempre de longas-metragens, com várias obras já estreadas em festivais estrangeiros.

A retrospetiva deste ano foi dedicada à realizadora norte-americana Doris Wishman, “pioneira da ‘sexploitation’ feminina no cinema”, autora de filmes “audaciosamente eróticos e de caráter protofeminista”, que morreu em 2002.

O festival termina na noite de hoje, com a ante-estreia nacional do filme “A Viagem de Pedro, de Laís Bodanzky”, e regressará em 2023, de 27 de abril a 7 de maio.

PALMARÉS INDIELISBOA 2022

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa
“Mato Seco em Chamas”, de Adirley Queirós, Joana Pimenta

Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa – Menção Especial
“El Gran Movimiento”, de Kiro Russo

Prémio Especial do Júri CANAIS TVCINE
“Medusa”, de Anita Rocha da Silveira

Grande Prémio de Curta Metragem EMEL
“Mistida”, de Falcão Nhaga / “The Parent’s Room”, de Diego Marcon

Prémio Melhor Curta de Animação
“The Parent’s Room”, de Diego Marcon

Prémio Melhor Curta de Documentário
“Urban Solutions”, de Arne Hector, Luciana Mazeto, Minze Tummescheit, Vinícius Lopes

Prémio Melhor Curta de Ficção
“Escasso”, de Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia

Prémio para Melhor Longa Metragem Portuguesa
“Mato Seco em Chamas”, de Adirley Queirós, Joana Pimenta

Prémio Melhor Realização para Longa Metragem Portuguesa NOVA FCSH
“O Trio em Mi Bemol”, de Rita Azevedo Gomes

Prémio Melhor Realização para Longa Metragem Portuguesa NOVA FCSH – Menção Especial
“Périphérique Nord”, de Paulo Carneiro

Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa
“Domy + Ailucha, Cenas Kets!”,de Ico Costa

Prémio Novo Talento The Yellow Color
“Um Caroço de Abacate”, de Ary Zara

Prémio Novíssimos Betclic
“Indergraf”, de Júlia Barata

Prémio Novíssimos Betclic – Menção Especial
“Mapa”, de Lourenço Crespo

Prémio Silvestre para Melhor Longa Metragem
“Cette Maison”, de Miryam Charles / “Nous, Étudiants!”,de Rafiki Fariala

Prémio Silvestre para Melhor Curta Metragem
“Constant”, de Sasha Litvintseva e Beny Wagner

Prémio Silvestre para Melhor Curta Metragem – Menção Especial
“Churchill, Polar Bear Town”, de Annabelle Amoros

Prémio IndieMusic
“Love, Deutschmarks and Death”, de Cem Kaya

Prémio IndieMusic – Menção Especial
“Sonosfera Telectu”, de Carlos Mendes, Ilda Teresa Castro, Vítor Rua e Vasco Bação

Prémio Amnistia Internacional
“Urban Solutions”, de Arne Hector, Luciana Mazeto, Minze Tummescheit e Vinícius Lopes

Prémio Árvore da Vida
“A Viagem ao Sol”, de Ansgar Schaefer, Susana de Sousa Dias

Prémio Árvore da Vida – Menção Especial
“Águas do Pastaza”, de Inês T. Alves

Prémio Escolas
“By Flávio”, de Pedro Cabeleira

Prémio Escolas – Menção Especial
“Um Caroço de Abacate”, de Ary Zara

Prémio Universidades
“Mato Seco em Chamas”, de Adirley Queirós, Joana Pimenta

Prémio Universidades – Menção Especial
“Águas do Pastaza”, de Inês T. Alves

Prémio do Público – Longa Metragem
“Cesária Évora”, de Ana Sofia Fonseca

Prémio do Público – Curta Metragem
“Um Caroço de Abacate”, de Ary Zara

Prémio do Público – IndieJúnior
“Luce e o Rochedo”, de Britt Raes


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