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Alijó com novo espaço para promover os vinhos do Douro e a cultura

Escrito por em 07/04/2022

A Câmara de Alijó investiu um milhão de euros na transformação da antiga Casa dos Noura, num espaço focado na promoção dos vinhos do Douro, que vai ser inaugurado sexta-feira com uma exposição de Joana Vasconcelos.

No edifício, que foi uma antiga mercearia localizada no centro da vila de Alijó, foi criado o Centro de Mostra e Amostra de Produtos Endógenos do concelho e a inauguração conta com a exposição “Quatro paredes caiadas”, que integra 15 peças da artista plástica Joana Vasconcelos.

O presidente da Câmara de Alijó, José Paredes, disse que no edifício, que há 80 anos era a “principal mercearia do concelho”, o município “criou um espaço dedicado à promoção dos produtos endógenos, focado no vinho”.

O Centro de Mostra e Amostra de Produtos Endógenos será, segundo o autarca, “o palco principal daquilo que de melhor se produz no concelho, nomeadamente vinhos, azeites, mel e artesanato”.
O novo equipamento municipal conta com espaços expositivos dedicados aos produtos endógenos e irá oferecer também espaços de degustação e tertúlias vínicas.

A câmara explicou que, em paralelo com a promoção e divulgação dos produtos locais, a Casa dos Noura funcionará também como um espaço de dinamização cultural. A primeira iniciativa, a inaugurar no dia da abertura, será a exposição de Joana Vasconcelos que, segundo o município, “pretende disponibilizar aos visitantes uma oferta que habitualmente encontram apenas nos grandes centros, contribuindo também para o aumento da visibilidade nacional e além-fronteiras do novo equipamento e do território de Alijó”.

Joana Vasconcelos é reconhecida pelas esculturas monumentais que questionam, com humor e ironia, o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva. As obras da artista, entre as quais se inclui um bule de chá feito em ferro forjado, estarão em exposição na Casa dos Noura até ao final de junho.

O investimento no centro de mostra e amostra foi de cerca de um milhão de euros e o projeto assentou na requalificação do solar construído no fim do século XIX, seguindo uma arquitetura característica da região do Douro, a qual foi respeitada na recuperação do edifício.


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