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Casa da Música acolhe na quarta-feira concerto solidário

Escrito por em 28/03/2022

A Casa da Música, no Porto, acolhe na quarta-feira um concerto de solidariedade e angariação de fundos, com as receitas a reverter na totalidade para organizações humanitárias a operar na Ucrânia, promovido pela Ordem dos Médicos.

De acordo com a Casa da Música, em comunicado, o programa do concerto, “a interpretar pela Orquestra APROARTE, sob a direção do maestro Ernst Schelle, integra obras de Ludwig van Beethoven, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Mykola Lisenko, Myroslav Skoryk e Antonín Dvorjak, e conta com a participação de Nataliya Stepanska, soprano ucraniana residente em Portugal”.

Este concerto “de solidariedade e de angariação de fundos para o povo ucraniano” surgiu, segundo a Ordem dos Médicos, “perante a terrível guerra que a Ucrânia vive e à qual o mundo assiste como a maior crise europeia e humanitária do séc. XXI”.

Os bilhetes para o espetáculo têm um custo de 20 euros e o valor total da venda dos bilhetes, bem como de donativos, irá reverter a favor do Comité Internacional da Cruz Vermelha – Apoio à Crise Humanitária na Ucrânia, Cruz Vermelha Ucraniana e Programa Alimentar Mundial da ONU – Emergência Ucraniana, organizações humanitárias que operam na Ucrânia.

O concerto, com início às 21:00, é promovido pela Ordem dos Médicos, com o apoio da Câmara do Porto, da Universidade do Porto, da Orquestra Sinfónica APROARTE e da Casa da Música.

A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.119 civis, incluindo 139 crianças, e feriu 1.790, entre os quais 200 crianças, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.

A guerra provocou a fuga de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 3,8 milhões de refugiados em países vizinhos e quase 6,5 milhões de deslocados internos. A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.

A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.


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