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“Mata e Foge da Cidade” vence Grande Prémio Monstra

Escrito por em 27/03/2022

A longa-metragem “Mata e Foge da Cidade”, da polaca Mariusz Wilczynski, foi a vencedora do Grande Prémio Monstra, no Festival de Animação de Lisboa, distinguida “pela profunda viagem pela subconsciência”.

De acordo com a informação da organização do Festival Monstra, que decorre entre 16 e 27 de março, mas cujos vencedores foram anunciados no sábado, o filme polaco justificou a atribuição do principal prémio “pela profunda viagem pela subconsciência e memórias concretizadas nos desenhos e animação artística”.

Na categoria de longas-metragens, o Prémio Especial do Júri foi para o filme “A Travessia”, da realizadora Florence Miailhe, numa coprodução francesa, checa e alemã, “por revelar alguns aspetos mais dramáticos do mundo contemporâneo numa magnífica técnica de desenho”.

Já na competição das curtas-metragens, o Grande Prémio Monstra foi para o chileno Hugo Covarrubias e o filme “Bestia”, de 2021, tendo em conta que “apresenta um estilo visual extraordinário e um desenho de personagens inesquecível”.

“Aborda um tema político forte de uma forma subtil, visceral e perturbadora”, refere a organização. “O Homem do Lixo”, de Laura Gonçalves, ganhou o Prémio Melhor Curta-metragem Portuguesa, enquanto “Um Caso de Arte”, de Joanna Quinn, recebeu o Prémio Especial do Júri.

O prémio Melhor Curtíssima foi para o polaco Jakub Krzyszpin e o filme “Dias Infelizes”, pela abordagem “original e poderosa” e os “movimentos de câmara fluidos e impressionantes”.
Nesta categoria, a Melhor Curtíssima Portuguesa foi para Carolina Nunes e o filme “Ouch!”.

Na parte do Festival dedicado à infância, a Monstrinha, o Grande Prémio coube a “O segredo do Sr. Nostoc”, dos franceses Patrice Seiles e Maxime Marino, por mostrarem “uma personagem profundamente altruísta e humanizadora, ao serviço de um mundo de fantasia e de magia”.

“O Homem do Lixo”, de Laura Gonçalves, ganhou igualmente o Prémio SPA/Vasco Granja, graças às características gráficas e poéticas, mas também “pela capacidade de transformar o simples e familiar da vida quotidiana num sentimento universal”.


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