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Westway LAB regressa a Guimarães em abril

Escrito por em 10/03/2022

A 9.ª edição do Westway LAB – Criação, Conferência, Festival regressa este ano ao seu formato original e, entre 6 e 9 de abril, a cidade de Guimarães recebe várias conferências e mais de duas dezenas de concertos.

A apresentação do programa da 9ª edição do Westway LAB, organizado pela da cooperativa cultural A Oficina, decorreu na tarde de hoje, na Praça de São Tiago, em Guimarães, com a presença do diretor executivo d’A Oficina, Ricardo Freitas, do diretor d’A Oficina e vereador da cultura do município, Paulo Lopes Silva, do programador do Westway LAB, Rui Torrinha, e do organizador das conferências PRO, Nuno Saraiva, através de videoconferência.

O festival musical divide-se entre sexta-feira e sábado (8 e 9 de abril), com os concertos da tarde a decorrerem em espaços/bares no centro da cidade de Guimarães, enquanto o Centro Cultural Vila Flor (CCVF) vai receber os concertos ao final do dia, divididos por três palcos, mas, nestes casos, os espetáculos terão um preço diário de 15 euros ou passe para dois dias, a 25 euros.

Na noite de sexta-feira, vão atuar no CCVF os Sensible Soccers, os Fumo Ninja, os Maika Makovski, os Club Macumba, Rui Reininho, Bateu Matou e a noite termina com a atuação do grupo Taqbir. Na noite de sábado, o CCVF recebe Noiserv, A Cantadeira, Surma Trio, Duo Ruut, Walter Lobo, Bandua e Fred, a encerrar o festival.

Para o diretor d’A Oficina, Ricardo Freitas, o regresso do Westway LAB ao seu formato original, depois de dois anos em que foi transmitido via digital, devido à pandemia de covid-19, vai permitir o regresso do público e que o festival “se espalhe pela cidade, pelos bares e pelas instituições” de Guimarães.

Segundo o programador do Westway LAB, Rui Torrinha, o festival vai expandir-se pela cidade de Guimarães, mas vai permitir a aproximação das pessoas, sublinhando que, desde 2014, ano da primeira edição, a linha central do Westway LAB é a “cocriação”.

O diretor d’A Oficina e vereador da cultura do município, Paulo Lopes Silva, destacou o “espaço de experimentação e de sementes para a criação” do Westway LAB, sublinhando a vertente turística que esta iniciativa também acarreta e o facto de permitir a “internacionalização” de vários artistas e músicos vimaranenses.

Segundo a organização, o Westway LAB Festival é uma plataforma colaborativa, um laboratório vivo e orgânico, de experimentação e estímulo à criatividade que pretende reunir, numa mesma cidade, artistas consagrados e emergentes, internacionais e nacionais, inovadores e puristas.

Além disso, é um espaço de criação vídeo, de intervenção urbana e de pensamento, por via do desenvolvimento de atividades como Residências Artísticas, Talks, Showcases, Conferências PRO e Concertos.


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