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Braga recebe Bienal de Arte e Tecnologia

Escrito por em 09/03/2022

Braga vai acolher, de 12 a 22 de maio, a 1.ª edição da Bienal de Arte e Tecnologia (Index), estando já confirmados mais de 30 participantes, entre os quais “nomes incontornáveis” daquela área criativa.

Explorar práticas artísticas e pensamento crítico nas quais a tecnologia assuma um papel central é o principal objetivo do Index, que nesta primeira edição se propõe explorar a noção de “Superfície”.

Exposições, espetáculos, conferências e conteúdos educativos, ora encomendados ora em estreia em Portugal ou Braga, fazem parte da programação. “Vamos contar com a presença de nomes incontornáveis neste cruzamento entre a arte e a tecnologia, como o francês Bruno Latour ou o alemão Florian Hecker”, disse o diretor da Braga Media Arts, Luís Fernandes.

Confirmados estão, com novas criações, nomes como Florian Hecker, berru, Jonathan Uliel Saldanha, Peter Burr, João Martinho Moura, Tiago Patatas ou Pierce Warnecke & Matthew Biederman com o coletivo nacional Ensemble Supernova.

O programa inclui também a estreia em Portugal da conferência performativa “Inside”, de Frédérique Aït Touati & Bruno Latour, de obras da autoria de Bethany Rigby, Dele Adeyemo, Ibiye Camp & Dámaso Randulfe, Ginevra Petrozzi, France Jobin & Markus Heckmann, People Like Us ou o espetáculo “Subassemblies” de Ryoichi Kurokawa.

No programa de conferências, destaque para a presença de Peter Weibel, diretor do ZKM e “figura incontornável” da história da media art, bem como Federico Campagna, Michael Marder, Miguel Carvalhais, Virginia Tassinari e Delfina Fantini van Ditmar.

Confirmados estão também os projetos selecionados internacionalmente através de open call, a que se submeteram 127 propostas, provenientes de 45 países. No programa, são apresentados os projetos “Wander” de Yuqian Sun (China), “Finger Plays” de Matt-Nish Lapidus (Canadá), “Bureau of Cloud Management” de Tong Wu e Yuguang Zhan (EUA/China) e “Para Gardens” de Areej Huniti e Eliza Goldox (Jordânia e Alemanha).

Para o presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio, esta bienal assume-se como um “projeto diferenciador”, que se integra na estratégia cultural Braga 2030 e faz jus à classificação de Braga como cidade criativa da Unesco na área das media arts.

“Vai dar oportunidade a um maior contacto com as media arts por parte dos bracarenses e dar visibilidade internacional à cidade na área das medis artes”, referiu o autarca, sublinhando que o município investe mais de 200 mil euros na bienal.


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