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Temps d’Images com sete novas peças em outubro e novembro

Escrito por em 24/09/2021

O Festival Temps d’Images vai regressar para o segundo momento entre 14 de outubro e 07 de novembro, apresentando sete novas peças, abrindo com a estreia, em Lisboa, de “A Importância de ser Alan Turing”, de Miguel Bonneville.

Este ano, no conjunto dos dois momentos de exibição, o Temps d’Images reúne 14 obras, entre estreias absolutas e primeiras apresentações em Lisboa, que abrangem o teatro, a dança, a instalação e a performance, de criadores como Gustavo Ciríaco, Isabel Costa ou Cláudia Gaiolas, que integram a programação do segundo momento.

Depois de ter trazido a público um primeiro momento de espetáculos entre maio e junho, neste segundo momento chegam quatro estreias absolutas e três primeiras apresentações, em Lisboa, de peças de vários quadrantes artísticos que abordam o cruzamento entre arte ao vivo e imagem.

O “Momento II” inicia-se com a estreia de “A Importância de ser Alan Turing”, do ‘performer’, ator, bailarino e encenador Miguel Bonneville, a 14 e 15 de outubro, na Casa do Capitão, prosseguindo, a 23 e 24 de outubro, com a performance “Cobertos pelo Céu/Paisagem em Linha”, de Gustavo Ciríaco, uma estreia absoluta que se apresenta na Galeria Avenida da Índia.

Nas mesmas datas e local, mas em diferentes horários, o certame multidisciplinar apresentará uma outra performance, em estreia, em Lisboa, intitulada “Salão para o Século XXI”, de Isabel Costa.

De 25 a 29 de outubro, a estrutura Terceira Pessoa traz “QR Code”, em estreia absoluta, à Rua das Gaivotas 6, enquanto, a 28 e 29, Cláudia Gaiolas, Paula Diogo, Alexander Kelly e Chris Thorpe apresentam a quarta estreia absoluta deste segundo momento do Temps d’Images 2021: “A Estação de Outono – Ciclo Sobre Lembrar e Esquecer III”, na Blackbox do Centro Cultural de Belém.

Em novembro, nos dias 6 e 7, será a vez de “Missed-en-Abîme”, de Rogério Nuno Costa, ter estreia em Lisboa, no Museu Coleção Berardo. O segundo momento da 19.ª edição do festival conta ainda com “Dobra”, de Romain Beltrão Teule, também uma estreia absoluta, a 6 e 7 de novembro, no Museu Nacional do Teatro e da Dança, no Lumiar.

Este ano é o primeiro em que o festival se apresenta dividido em dois momentos, já que o novo formato estava previsto para a edição do ano passado, a 18.ª, quando o Temps d’Images celebrou os seus 18 anos, mas não foi possível, devido ao contexto de pandemia.

Desde a sua criação, em 2003, e ao longo de 18 edições, passaram pelo Temps d’Images mais de 350 peças de autores nacionais e internacionais, de diversos formatos e géneros, incluindo performance, teatro, instalação, cinema, dança, fotografia ou música. O Temps d’Images é uma produção DuplaCena/Horta Seca, financiada pela Direção-Geral das Artes e pela Câmara Municipal de Lisboa.


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