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Rubel e AnaVitória celebram carreiras distintas em tema único

Escrito por em 21/01/2020

Relançado em novembro, o vídeo musical de “Partilhar”, tema do cantor, compositor e cineasta Rubel com a participação da dupla AnaVitória, aproxima-se das nove milhões de visualizações no YouTube.

Quanto ao Spotify, a nova versão do tema de Rubel, produzida por Rafael Ramos, que conta com as inconfundíveis vozes de Ana Clara Caetano Costa e Vitória Fernandes Falcão, soma quase cinco milhões de audições.

Levemente inspirada na trilogia “Antes de Amanhecer” (1995), “Antes do Anoitecer” (2004) e “Antes da Meia-Noite” (2013), realizada por Richard Linklater com os desempenhos de Ethan Hawke e Julie Delpy, a curta-metragem “Partilhar” tem como protagonistas Marina Ruy Barbosa e Rubel, que também realiza (e escreve o guião, em conjunto com Maíra Motta e Pedro Riguetti).

Segundo Rubel a «gravação é o resultado de um encontro que aconteceu no começo das nossas carreiras. A gente se conheceu, teve muita sintonia e muita vontade de gravar alguma música juntos. Acabou que na época, a vida nos levou para caminhos diferentes. Em 2019, ficou evidente que “Partilhar” era uma música que pertencia tanto ao meu universo quanto ao delas. É uma intercessão dos nossos trabalhos. Uma canção de amor que tem uma veia pop, mas muito íntima e pessoal. Finalmente resolvemos fazer este registo para juntar nossos mundos e celebrar nossa jornada, nossa parceria e nossa amizade até aqui».

O músico do Rio de Janeiro atuou no Musicbox (2018), no festival MIL, em Lisboa, Capitólio e no festival Mimo, em Amarante (2019), e é um dos nomes incontornáveis da nova música popular brasileira (MPB). Em 2018, recebeu uma nomeação aos Grammy Latinos na categoria de melhor disco de rock ou música latina em português pelo disco “Casas”. Consolidou parcerias com artistas como Emicida e Rincon Sapiência, e conta com dois temas em bandas sonoras de telenovelas da Globo – “Onde Nascem os Fortes” e “Malhação”.

“Pearl”, o disco de estreia, foi disponibilizado na internet em 2013. As sete faixas vagueavam entre a MPB dos anos 1970 e a folk foram gravadas num estúdio caseiro em Austin, Texas, enquanto Rubel estudava cinema. Dois anos depois, “Pearl” ganharia uma dimensão incomum para trabalhos do género, graças ao burburinho nas redes sociais.

“Casas”, lançado no início de 2018, mostrou um artista numa relação estreita com a MPB, mas sem medo de incursões pelo universo do hip hop e do R&B contemporâneo. Casos de “Mantra” e “Chiste”, a meias com Emicida e Rincon Sapiência, temas que exemplificam bem o interesse do músico pelos ambientes por onde caminham Frank Ocean ou Chance The Rapper.


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