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Estreia de “Religião e Moral” encerra Temps D´Images

Escrito por em 28/11/2019

A 17.ª edição do Festival Temps D´Images vai encerrar no próximo fim de semana com criações de vários artistas, entre elas “Religião e Moral”, de Maria Gil e Miguel Bonneville, em estreia absoluta, de acordo com a programação.

Até domingo, o festival vai passar pelas Galerias Municipais – Galeria Quadrum, onde tem lugar a instalação performativa “Ensaios para Livro-Caractere”, de Sara Vaz & Marco Balesteros, hoje, e sexta-feira, às 21:30.

No espaço Centro de Artes de Lisboa/Primeiros Sintomas, vão ser apresentadas as três propostas inseridas no ciclo “Pessoal é Político”, da dupla de criadores Maria Gil e Miguel Bonneville: “Medo e Feminismos”, hoje, às 21:30, “Amor e Política”, na sexta-feira, às 21:30, e “Religião e Moral”, no sábado e no domingo, às 21:30, espetáculo em estreia absoluta que encerra o Temps d’Images.

“Religião e Moral” inspira a construção dramatúrgica deste espetáculo, no qual os artistas revisitam “as idas à catequese, experiências místicas da infância, o reportório do coro da missa de sábado à tarde, e a prática budista, confrontando memórias pessoais com o conceito de anomia social desenvolvido por Émile Durkheim, que aponta a perda de identidade nas sociedades atuais como um fenómeno consequente da diminuição do impacto religioso nas nossas vidas”, segundo a sinopse do espetáculo.

A festa de encerramento decorrerá com o concerto e vídeo pela banda O Bom, o Mau e o Azevedo, coletivo com forte inspiração no cinema, no domingo, às 21:30 no Musicbox Lisboa.

O festival terá ainda a iniciativa Loops.Lisboa, uma programação complementar criada por Irit Batsry e Alisson Avila, que estende o certame no tempo para abordar o ‘loop’, uma forma de cinema.

Desta vez, decorrerá com uma instalação de Bruce Nauman e um filme de Marcel Duchamp, no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, de 12 de dezembro a 1 de março.

A 17.ª edição do Festival Temps d’Images iniciou-se a 1 de novembro, com a estreia da performance “Home Is Where Your Heart Is”, de Vasco Mendonça.

Ao longo de um mês, o certame apresentou 20 espetáculos, nove em estreia absoluta, e deu carta-branca a Paulo Furtado para celebrar a cinematografia nacional do século XXI.

O evento envolve nesta edição 15 espaços culturais da capital para acolher os espetáculos de dança, teatro, vídeo, música, documentário, filme e performance deste festival fundado por António Câmara Manuel.

Alexandre Pieroni Calado e João Ferro Martins, Carlota Lagido, Rita Barbosa, Né Barros e João Martinho Moura, Sara Vaz & Marco Balesteros, Julián Pacomio & Ángela Millano, Frederico Barata, Francisca Manuel com Eduardo Breda, e Adaline Anobile são alguns dos artistas que marcam presença na edição deste ano do evento.


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