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Livro visa “despertar o interesse pela memória coletiva”

Escrito por em 26/11/2019

O historiador Ricardo Raimundo, na sua mais recente obra, “História de Portugal para Gente Curiosa”, critica a atual forma como “os nossos dirigentes” veem a História, e reduzem programas escolares e respetiva carga horária, nas escolas.

As críticas de Ricardo Raimundo estão plasmadas na “introdução” à obra, e estendem-se ainda à forma como a disciplina é lecionada, “exigindo-se a memorização de datas e nomes, em vez da compreensão do acontecimento”.

Raimundo, que colabora com o Centro de Estudos de História Religiosa, da Universidade de Coimbra, faz eco das palavras do psiquiatra Daniel Sampaio, que, em 2014, alertou para se estar a construir uma “sociedade sem memória”.

Com “História de Portugal para Gente Curiosa”, pretende o historiador “despertar o interesse pela memória coletiva”. O livro, editado pela Manuscrito, vai dos primeiros habitantes da terra lusitana à entrada de Portugal na Europa, no século XX, seguindo principais episódios, datas, acontecimentos e protagonistas mais marcantes ao longo de 200 páginas.

“Os Maus da História de Portugal”, “Episódios da História de Portugal que não aconteceram bem assim…”, “Grandes Vinganças da História de Portugal” e “Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas na História de Portugal” são outros títulos do mesmo autor.


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