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Tributo a Amália em setembro no festival Alfama

Escrito por em 09/07/2019

Um tributo a Amália Rodrigues, um espectáculo de ‘videomapping’ sobre a história do fado e atuações de Ana Moura, Ricardo Ribeiro e Gisela João estão no cartaz do festival Santa Casa Alfama, em setembro, neste bairro lisboeta.

O festival “que celebra o encontro de um país com a sua própria música” decorrerá de 27 e 28 de setembro, com mais de 40 concertos em 12 palcos espalhados pelo “coração de Alfama”. Do cartaz fazem parte, por exemplo, Ana Moura que prepara um novo álbum, Ricardo Ribeiro (na foto) que apresentará o mais recente trabalho, “Respeitosa mente”, Sara Correia, Kátia Guerreiro e Marco Rodrigues, acompanhado de Marisa Liz e Tiago Pais Dias, dos Amor Electro. No ano em que se assinalam duas décadas da morte de Amália Rodrigues, o festival presta-lhe um tributo com Diamantina, Gonçalo Salgueiro e Tânia Oleiro.

O festival contará ainda com uma atuação de Gisela João, “uma das fadistas mais queridas do público”, que será surpresa, sem anúncio prévio de dia, hora e local. No terraço do Terminal de Cruzeiros de Lisboa, haverá “fado ao pôr do sol” com nomes como Jorge Fernando, Mário Pacheco e Ângelo Freire, com este guitarrista a apresentar-se acompanhado da Banda de Música da Força Aérea. Na fachada do Museu do Fado, será projetado um espectáculo de ‘videomapping’, que contará a história do fado, do século XIX à atualidade, feito com a participação de Carlos do Carmo, Mariza, Camané e do guitarrista José Manuel Neto.

O largo do Chafariz de Dentro, o Grupo Sportivo Adicense, a Sociedade Boa União, as igrejas de São Miguel e Santo Estevão, e as escadinhas de São Miguel são alguns dos espaçoss onde irá ouvir-se fado nesta edição. É nas escadinhas de São Miguel que se apresentarão Ada de Castro e António Rocha, Lenita Gentil e Pedro Moutinho, enquanto a igreja de Santo Estevão acolherá o espectáculo “O Fado Subiu ao Céu”, com nomes ainda a anunciar. Destaque ainda para a iniciativa “O Palco do Público”, na esplanada do Museu do Fado, e na qual “o público é convidado a ganhar coragem para subir ao palco e mostrar o fadista que há em si”.

Este ano o festival contará ainda com dois nomes que estão para lá das fronteiras do fado, convocando o pop rock e a lusofonia, com João Só e Waldemar Bastos. Quem comprar o passe para o festival terá de o trocar por uma pulseira que dará acesso a todos os espectáculos até ao limite de lotação de cada um. Até 31 de agosto, o bilhete diário custa 15 euros e o passe 25 euros. A partir daí, o preço subirá progressivamente até aos aos 25 euros e aos 35 euros respetivamente. O festival é patrocinado pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que, segundo a organização, irá “desenvolver estruturas de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida”.


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